A China tem metrópoles muito modernas, sítios históricos como a Muralha e uma culinária enorme e variada. É um país de escala grande, em que o planejamento com antecedência, incluindo visto, pagamentos digitais e acesso à internet, faz diferença na viagem.

Temos 4 guias de cidades na China: Xangai, Pequim, Chongqing e Shenzhen. Esta página traz uma visão geral do país, e logo abaixo ficam os guias das cidades e o roteiro do país, com o custo em reais.
Guia de viagem
Como aproveitar a China
Quando ir
O país é enorme, e o clima muda muito de uma região para outra: o norte (Pequim) tem verão quente e úmido e inverno seco e muito frio, o centro e o leste (Xangai) têm verões úmidos, e o sul (Shenzhen) é subtropical, com chuvas fortes de maio a setembro. Abril, maio, setembro e outubro são, em geral, as melhores épocas, com tempo mais agradável, e os feriados nacionais, como o Ano Novo Chinês e a Semana Dourada de outubro, lotam os pontos turísticos.
Melhores meses: abr, mai, out, nov
Como chegar
Não há voo direto de São Paulo, então a viagem inclui conexões e costuma passar de 24 horas no total. O fuso é de 11 horas à frente de Brasília o ano todo. Confira no site oficial a regra de visto vigente para brasileiros e a possibilidade de escala longa com permanência temporária sem visto.
Onde ficar
As grandes cidades têm hotéis de todos os níveis e bairros bem conectados por metrô, como a região da Cidade Proibida, em Pequim, e o Bund e Pudong, em Xangai. Em cidades menores e áreas históricas, as pousadas em casas tradicionais são uma opção, e vale conferir se a hospedagem aceita estrangeiros.
O que fazer
O país reúne séculos de história e metrópoles modernas: a Cidade Proibida e a Grande Muralha, perto de Pequim, o Bund e a orla de Xangai, a culinária regional e os parques e vilas históricos. As distâncias são grandes, então agrupe os destinos por região.
Como se locomover
O metrô é o meio mais prático nas grandes cidades, e os trens de alta velocidade ligam as principais cidades de forma rápida e confortável. Aplicativos como o Didi funcionam em chinês e exigem cadastro e pagamento, então confira antes se a sua conta aceita cartão estrangeiro.
O que comer
Gastronomia
Pato de PequimPato laqueado de pele crocante, servido com panquecas finas, cebolinha e molho de feijão doce (Pequim).
XiaolongbaoPequenos pastéis a vapor recheados com carne e caldo quente dentro (Xangai).
Dim sum cantonêsCestinhos de vapor com pastéis de camarão, carne e bolinhos, ao estilo de Hong Kong (Shenzhen).
Hotpot de ChongqingCaldo vermelho com pimenta de Sichuan, onde se mergulham carnes finas, tripas e legumes; a versão local é bem picante (Chongqing).
ZhajiangmianMacarrão grosso com molho de soja fermentada e carne de porco, coberto de legumes (Pequim).
ShengjianbaoPastéis fritos na chapa, recheados com carne e caldo, crocantes na base (Xangai).
Antes de ir
Dicas práticas
- Muitos serviços ocidentais de internet (Google, WhatsApp, Instagram) são bloqueados; avalie instalar um eSIM de viagem e configurar uma VPN antes de embarcar, e baixe mapas offline.
- O pagamento digital (Alipay e WeChat Pay) é o mais comum, e o cartão estrangeiro nem sempre é aceito, então leve algum dinheiro e configure o pagamento antes da viagem.
- A voltagem é de 220 V e as tomadas variam, então leve adaptador.
- Um eSIM de viagem com cobertura para a China costuma ser a forma mais prática de ter internet: dá para instalar antes de embarcar, sem trocar de chip. Compare com o roaming da sua operadora e confira se o seu celular aceita eSIM.
- Regras de entrada (passaporte, visto ou autorização eletrônica) mudam com frequência, então confirme no site oficial do governo do país antes de comprar as passagens.





