Pequim reúne a Cidade Proibida, o Templo do Céu, o Palácio de Verão e algumas das melhores seções da Grande Muralha em um raio fácil de explorar. Entre os grandes monumentos, os hutongs, as ruelas tradicionais, mostram um lado mais íntimo da cidade. A capital chinesa é gigantesca e organizada, com metrô extenso e uma gastronomia que vai do pato laqueado às barracas de rua.

Guia de viagem
Como aproveitar Pequim
Quando ir
Abril, maio, setembro e outubro são os melhores meses, com dias claros e máximas entre 19 °C e 27 °C. O verão é quente e úmido, com máximas perto de 31 °C e chuvas em julho e agosto que passam de 120 mm por mês. O inverno é seco e muito frio, com máximas próximas de 2 °C em janeiro. A qualidade do ar varia ao longo do ano, e o outono costuma ser a melhor estação para fotografar a cidade. Feriados nacionais, como o Ano Novo Chinês e a Semana Dourada de outubro, lotam os pontos turísticos.
Melhores meses: abr, mai, set, out
Como chegar
Não há voo direto de São Paulo para Pequim, e as conexões mais comuns são na Europa, no Oriente Médio ou em outra cidade asiática, num total que costuma passar de 24 horas. A cidade tem dois aeroportos internacionais, Capital (PEK) e Daxing (PKX), então confira em qual a passagem chega e o tempo até o centro. O fuso é de 11 horas à frente de Brasília o ano todo. Confira a regra de visto vigente para brasileiros e a possibilidade de escala longa com permanência temporária sem visto.
Onde ficar
A região da Cidade Proibida e de Wangfujing é central, com bom acesso ao metrô e aos pontos turísticos. Nos hutongs, perto de Houhai e Nanluoguxiang, há pousadas em casas tradicionais, e Sanlitun e Chaoyang têm bares, restaurantes e hotéis mais modernos. Perto do Palácio de Verão as hospedagens são tranquilas, mas longe do centro.
O que fazer
Reserve um dia para a Praça Tian'anmen e a Cidade Proibida, com a Colina Jingshan no fim da visita, e outro para a Grande Muralha em Mutianyu, que costuma ser menos lotada que Badaling. O Templo do Céu e o Palácio de Verão pedem meio dia cada. À noite vale provar o pato de Pequim, e um passeio pelos hutongs mostra o dia a dia da cidade.
Como se locomover
O metrô é a melhor forma de circular, com linhas extensas e preços baixos, e há revista de segurança em muitas estações, então reserve alguns minutos extras. Há bastante sinalização em inglês, mas conhecer alguns nomes de lugares em chinês ajuda. Aplicativos como o Didi funcionam em chinês e exigem cadastro e pagamento, então confira antes se a sua conta aceita cartão estrangeiro. As distâncias são grandes, então agrupe as visitas por região. O trem de alta velocidade liga Pequim a várias cidades, e para a Grande Muralha prefira excursão ou carro com motorista, para evitar conexões complicadas.
O que comer
Gastronomia
Pato de PequimPato laqueado de pele crocante, servido com panquecas finas, cebolinha e molho de feijão doce.
ZhajiangmianMacarrão grosso com molho de soja fermentada e carne de porco, coberto de legumes.
JianbingCrepe de farinha e ovo, recheado com molho e massa crocante, vendido como café da manhã de rua.
JiaoziPastéis cozidos ou grelhados, recheados de carne de porco, legumes ou camarão.
Antes de ir
Dicas práticas
- Brasileiros contaram com isenção temporária de visto para estadias curtas na China desde junho de 2025, com prazo definido; confira se ainda vale e as condições antes de comprar passagens.
- Muitos serviços usam pagamento por celular (Alipay e WeChat Pay); leve dinheiro e cartão como reserva e confira como vincular seu cartão.
- Google, WhatsApp, Instagram e outros serviços são bloqueados na China; baixe mapas offline e avalie um eSIM ou VPN antes de embarcar.
- Reserve com antecedência a visita à Cidade Proibida, que exige passaporte e fecha um dia por semana.
- Leve papel higiênico e lenço de bolso: nem todo banheiro público fornece.
- As tomadas variam (tipos A, C e I), 220V; leve um adaptador universal.


