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Destinos · Brasil

Salvador, Brasil
Foto: Colaborador do Pexels · Pexels

Brasil

Salvador

A primeira capital do Brasil, onde o Pelourinho, a comida de azeite de dendê e a música baiana se encontram frente ao mar.

Diária média
R$ 450 estimada
Moeda
Real (BRL)
Fuso x Brasília
igual a Brasília
Voo desde GRU
~2h20 em voo doméstico
Melhor época
set, out, nov, jan, fev

Salvador foi a primeira capital do Brasil e guarda o conjunto colonial do Pelourinho, igrejas barrocas, o Elevador Lacerda e a Baía de Todos os Santos. A cultura afro-brasileira aparece na culinária, na música e nas festas, com o acarajé das baianas como símbolo. A cidade tem praias urbanas, pôr do sol no Farol da Barra e pontos de partida para ilhas e litoral norte.

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Guia de viagem

Como aproveitar Salvador

Quando ir

De setembro a fevereiro costuma ser a melhor janela, com chuva mais fraca e dias de sol, e o verão dá a Salvador o clima de festa. Abril a junho concentra a chuva, com médias acima de 280 mm por mês em abril e maio. As temperaturas pouco variam ao longo do ano, com máximas entre 27 °C e 31 °C. Janeiro e fevereiro reúnem festas como a Lavagem do Bonfim, o dia de Iemanjá e o Carnaval, que lotam a cidade e encarecem a estadia.

Melhores meses: set, out, nov, jan, fev

Como chegar

De São Paulo, o voo leva cerca de duas horas e vinte, com chegada ao Aeroporto Deputado Luís Eduardo Magalhães, a cerca de 30 km do Pelourinho, com opções de ônibus executivo, aplicativo e táxi. Não há diferença de fuso em relação a Brasília. Quem pretende combinar a cidade com praias do litoral norte, como Praia do Forte, pode se beneficiar de um carro alugado.

Onde ficar

O Pelourinho e o Centro Histórico servem a quem quer acordar entre igrejas e casarões, mas têm menos vida noturna fora dos eventos. A Barra, perto do Farol, é a escolha mais comum dos turistas, com praia, restaurantes, vista para a baía e transporte fácil. O Rio Vermelho atrai quem quer noite e gastronomia, com bares e restaurantes na orla, e Ondina e Pituba têm bom custo-benefício para quem quer estrutura perto da praia.

O que fazer

Dedique um dia inteiro ao centro histórico, com o Pelourinho, a Igreja de São Francisco e o Elevador Lacerda. Reserve outro dia para o Bonfim, o Mercado Modelo e a Cidade Baixa. O fim da tarde é para o pôr do sol no Farol da Barra e uma volta pelo Porto da Barra. À noite, o Rio Vermelho tem acarajé e bares. Passeios de barco pela Baía de Todos os Santos e dias de praia em Itapuã completam o roteiro.

Como se locomover

Entre a Cidade Alta e a Cidade Baixa, o Elevador Lacerda e o Plano Inclinado Gonçalves poupam subidas e dão vista. Para o resto da cidade, aplicativos e táxis são os mais práticos, principalmente à noite, e vale usar aplicativo ou ônibus para o centro histórico e a orla, já que o metrô não atende bem os pontos turísticos. O trânsito pode ser pesado em horários de pico e nos dias de grandes eventos. O ferry-boat para a Ilha de Itaparica sai do Terminal de São Joaquim e atravessa a Baía de Todos os Santos, e no Pelourinho o piso é de pedra e há ladeiras, então calce algo confortável.

O que comer

Gastronomia

AcarajéAcarajé

Bolinho de feijão-fradinho frito no dendê, servido com vatapá, caruru, salada e pimenta, vendido pelas baianas.

Moqueca baianaMoqueca baiana

Ensopado de peixe ou frutos do mar com leite de coco, dendê e pimenta, acompanhado de arroz e pirão.

Vatapá e caruruVatapá e caruru

Pastas condimentadas feitas com leite de coco e dendê, servidas como acompanhamento ou prato.

Cocada e doces baianosCocada e doces baianos

Doces de coco, banana-da-terra e amendoim, vendidos em barracas e mercados.

Antes de ir

Dicas práticas

  • Reserve a visita ao Pelourinho para o dia, com cuidado ao circular à noite fora das áreas movimentadas.
  • Para a Lavagem do Bonfim, no início do ano, e para a festa de Iemanjá, em 2 de fevereiro, reserve hospedagem com antecedência.
  • O Carnaval de Salvador, com trios elétricos, exige planejamento: compre abadás ou camarotes com antecedência e escolha o circuito.
  • Compre acarajé de baianas credenciadas e prove também o preparo sem pimenta, se preferir.
  • Entre abril e junho a chuva é mais forte; leve capa e calçado antiderrapante.
  • As fitinhas do Bonfim são uma lembrança tradicional: o costume é fazer três pedidos ao amarrá-las no pulso.

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