Macau é outra Região Administrativa Especial da China, antiga colônia portuguesa até 1999, famosa por misturar arquitetura colonial portuguesa, templos chineses e os maiores cassinos do mundo (superando Las Vegas em receita). É um destino compacto, fácil de explorar a pé no centro histórico, Patrimônio Mundial da UNESCO.

Guia de viagem
Como aproveitar Macau
Quando ir
De outubro a dezembro o clima é mais ameno e seco, o melhor período para caminhar pelo centro histórico. O verão, de maio a setembro, é quente e úmido, com risco de tufões que podem interferir nas travessias de ferry e nos passeios ao ar livre.
Melhores meses: out, nov, dez
Como chegar
Desde São Paulo é preciso voar com conexão, muitas vezes combinada com Hong Kong, de onde a travessia de balsa leva cerca de uma hora. Brasileiros não precisam de visto para turismo por até 90 dias, mas confirme a regra vigente, porque Macau é uma Região Administrativa Especial da China com regras de imigração próprias, separadas das de Hong Kong. O aeroporto internacional recebe voos regionais, e boa parte dos visitantes chega pelo terminal de ferries; confira horários no site oficial.
Onde ficar
A península, perto das Ruínas de São Paulo, concentra o centro histórico e a arquitetura de influência portuguesa. O Cotai, mais novo e planejado, reúne os grandes resorts e cassinos, com hotéis de padrão internacional. A escolha depende do foco da viagem, história e cultura na península ou resorts e vida noturna no Cotai, e as duas áreas se ligam por ônibus e shuttles gratuitos.
O que fazer
As Ruínas de São Paulo e o centro histórico mostram de perto a mistura de arquitetura portuguesa e chinesa que caracteriza a cidade. A Torre de Macau tem vista panorâmica da península e do Cotai, além de atividades como a caminhada na borda externa para os mais aventureiros. Os resorts do Cotai à noite, com fachadas iluminadas e fontes coreografadas, também valem o passeio, e a cozinha macaense, que mistura a portuguesa e a chinesa, merece uma refeição, com pratos como o minchi e a galinha à africana.
Como se locomover
O centro histórico é compacto e se percorre a pé, com a maioria das atrações da península a curta distância umas das outras. Os ônibus públicos são baratos e cobrem a península e as ilhas (Taipa e Cotai), e os resorts e cassinos oferecem shuttles gratuitos entre si, o aeroporto e o terminal de ferries. Táxis são úteis para trajetos diretos entre a península e o Cotai.
O que comer
Gastronomia
Pastel de Nata MacaenseVersão local do tradicional pastel de nata português.
Bolo de Porco (Pork Chop Bun)Pão com costeleta de porco frita, prato de rua típico.
MinchiCarne moída refogada com batata, prato clássico da cozinha macaense (fusão luso-chinesa).
Galinha à AfricanaFrango grelhado com especiarias, herança da cozinha colonial portuguesa.
Antes de ir
Dicas práticas
- Brasileiros não precisam de visto para turismo em Macau em estadias de até 90 dias, apenas passaporte válido.
- Moeda local é a Pataca (MOP), mas o Dólar de Hong Kong (HKD) é amplamente aceito em quase todos os estabelecimentos.
- Macau costuma ser visitado em conjunto com Hong Kong, acessível por ferry (cerca de 1h) ou pela ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau.
- O fuso horário de Macau é o mesmo de Hong Kong, adiantado em relação a Brasília, confira a diferença exata antes de organizar o roteiro.
- Cartões são amplamente aceitos, especialmente nos resorts; leve algum dinheiro em MOP ou HKD para o centro histórico.
- Instale um eSIM de viagem antes de embarcar, com um plano de dados que cubra Macau, e chegue com internet para mapas e aplicativos de transporte. Confira se o seu celular é compatível e está desbloqueado.


