Capital do Reino Unido e uma das cidades mais visitadas do mundo, Londres equilibra tradição monárquica, museus gratuitos de classe mundial e uma cena gastronômica multicultural. É cara, mas recompensa quem explora a pé seus bairros históricos e seus parques.
Guia de viagem
Como aproveitar Londres
Quando ir
De maio a setembro os dias são mais longos e as temperaturas mais agradáveis, e é o período mais procurado pelos turistas. O inverno é frio, úmido e com dias bem curtos, e em dezembro anoitece no início da tarde. A cidade também fica concorrida e cara em torno do Natal e de grandes eventos, então reserve a hospedagem com antecedência nesses períodos.
Melhores meses: abr, mai, jun, set
Como chegar
Há voos diretos de São Paulo para Londres (GRU-LHR), operados por companhias como British Airways e LATAM, com cerca de 11 horas de duração. Desde 8 de janeiro de 2025, brasileiros precisam obter a autorização eletrônica ETA do Reino Unido antes de embarcar, com validade de 2 anos; ela não substitui o controle de fronteira na chegada. Peça a ETA com antecedência, porque a aprovação pode levar alguns dias e, em casos raros, ser negada.
Onde ficar
South Bank e Covent Garden ficam perto das principais atrações e têm boa conexão com o metrô, o que facilita a logística. Kensington é mais residencial e tranquila, perto de museus como o Victoria and Albert e o de História Natural e de parques arborizados. A escolha costuma pesar estar no centro da movimentação ou num bairro mais sossegado e verde.
O que fazer
Visite a Torre de Londres, fortaleza histórica que guarda as joias da coroa britânica, e suba no London Eye para ver o rio Tâmisa e a cidade do alto. Caminhe pela South Bank até a Tate Modern, museu de arte contemporânea instalado numa antiga usina elétrica. Reserve também uma tarde para um dos parques reais, como o Hyde Park ou o St. James's Park, para uma pausa entre os pontos turísticos.
Como se locomover
O metrô de Londres, o Tube, é extenso e cobre praticamente toda a cidade, e o pagamento pode ser feito com o cartão Oyster, recarregável, ou por aproximação com cartão de crédito ou débito, sem comprar bilhetes avulsos. Os ônibus de dois andares complementam a rede e servem para trajetos em que vale ver a cidade pela janela. Do aeroporto de Heathrow, o Heathrow Express é o mais rápido e mais caro, e a linha Piccadilly do metrô é mais lenta e mais barata; Gatwick, Stansted, Luton e City também atendem Londres, cada um com seu próprio trem ou ônibus expresso até o centro. Táxis pretos (black cabs) e aplicativos são práticos à noite ou com bagagem.
O que comer
Gastronomia
Fish and chipsPeixe empanado e fritas, clássico britânico vendido em toda a cidade.
Afternoon teaChá da tarde com sanduíches, scones e doces, tradição em hotéis e salões de chá.
Sunday roastCarne assada com batatas e legumes, servida tradicionalmente nos pubs no domingo.
Curry em Brick LaneCulinária indiana e bangladesh, reflexo da imigração histórica de Londres.
Antes de ir
Dicas práticas
- Desde 8 de janeiro de 2025, brasileiros precisam solicitar a autorização eletrônica ETA para entrar no Reino Unido como turistas, não é um visto, mas pode ser negada; custa a partir de £10 (com previsão de aumento) e vale por 2 anos.
- A moeda é a libra esterlina (GBP), não o euro, o Reino Unido não usa o euro e não faz parte do Espaço Schengen.
- O clima é instável ao longo do ano; leve guarda-chuva e vista-se em camadas mesmo no verão.
- Cartões por aproximação são aceitos praticamente em todo lugar, inclusive no transporte público; dinheiro em espécie é cada vez menos necessário.
- Gorjeta em restaurantes costuma ficar em torno de 10 a 12,5%, mas confira se a taxa de serviço já está incluída na conta antes de somar algo extra.
- As tomadas seguem o padrão britânico (tipo G), diferente do restante da Europa; leve o adaptador específico.
- Instale um eSIM de viagem antes de embarcar, com um plano de dados que cubra Londres, e chegue com internet para mapas e aplicativos de transporte. Confira se o seu celular é compatível e está desbloqueado.


