Auckland se espalha por mais de cinquenta cones vulcânicos entre dois portos, e isso rende mirantes, praias e ilhas a poucos minutos do centro. É a porta de entrada da Nova Zelândia e a base para conhecer a ilha Waiheke, o vulcão Rangitoto e as praias de areia escura da costa oeste. A cidade tem cultura maori e do Pacífico, boa comida e vinhos, e serve de ponto de partida para o Hobbiton e as cavernas de Waitomo.
Guia de viagem
Como aproveitar Auckland
Quando ir
De dezembro a março é a melhor época, com dias longos, temperaturas agradáveis e boa temporada de praia. O verão tem máximas por volta de 23 °C e dias de sol. O inverno, entre junho e agosto, é ameno, com máximas de 14 °C a 15 °C, mas mais chuvoso. Chove ao longo do ano todo, com 76 a 132 mm por mês, e o tempo muda rápido.
Melhores meses: jan, fev, mar, nov, dez
Como chegar
Não há voo direto de São Paulo para Auckland. As conexões costumam ser feitas na Austrália, no Chile, na Argentina ou nos Estados Unidos. O tempo total costuma passar de 20 horas. O aeroporto fica a cerca de 21 km do centro. O fuso é de 15 horas à frente de Brasília no horário padrão e 16 horas no horário de verão neozelandês. Brasileiros precisam de NZeTA e da taxa IVL; confira as regras no site oficial.
Onde ficar
O centro (CBD) e o Viaduct Harbour concentram hotéis e restaurantes, com acesso a pé às balsas. Parnell e Ponsonby têm cafés e lojas, e Devonport é um bairro calmo, ligado ao centro por balsa. Quem prefere praia pode ficar na costa norte ou em Waiheke, com mais custo e menos transporte.
O que fazer
Reserve um dia para a ilha Waiheke e outro para as trilhas em Rangitoto, Mount Eden e One Tree Hill. A Sky Tower e o Museu Memorial de Guerra completam o centro, e Piha atrai quem procura natureza. Com mais tempo, vale um bate-volta a Hobbiton, às cavernas de Waitomo ou à região de Matakana, cada um pedindo um dia inteiro.
Como se locomover
O cartão AT HOP organiza ônibus, trens e balsas, e vale conferir tarifas e a forma de recarga. As balsas para Waiheke, Devonport e Rangitoto saem do terminal do centro, com horários que merecem ser conferidos, e o ônibus Airport Link e os trens ligam o aeroporto ao centro. Para Piha, que fica a cerca de 45 minutos de carro e não tem transporte público direto, assim como para Hobbiton e Waitomo, carro alugado ou excursão são mais práticos, e quem alugar deve lembrar que o trânsito é à esquerda, com atenção redobrada nos primeiros dias. Dentro da cidade o centro se faz bem a pé, e aplicativos e táxis funcionam bem, com valores mais altos à noite.
O que comer
Gastronomia
Fish and chipsPeixe empanado com batata frita, tradição neozelandesa que se come perto da água.
Banquete maori cozido em forno de terra, que pode ser provado em experiências culturais.
Torta de carneA meat pie, massa folhada recheada de carne, é um lanche muito popular.
PavlovaMerengue crocante com creme e frutas, sobremesa que Nova Zelândia e Austrália disputam.
Antes de ir
Dicas práticas
- Brasileiros precisam de autorização eletrônica NZeTA e da taxa de turismo IVL; confira valores e regras no site oficial antes de viajar.
- O sol é muito forte, mesmo com céu nublado: use protetor solar e chapéu o ano todo.
- O tempo muda rápido: leve casaco leve e capa de chuva mesmo no verão.
- Respeite as regras de biossegurança, declarando alimentos e itens de trilha na chegada.
- Nas praias de surfe, nade apenas entre as bandeiras.
- Muitas lojas fecham cedo; confira horários de restaurantes e passeios.
- Instale um eSIM de viagem antes de embarcar, com um plano de dados que cubra Auckland, e chegue com internet para mapas e aplicativos de transporte. Confira se o seu celular é compatível e está desbloqueado.


